"Sou as cinzas fora do cinzeiro, o copo d’água vazio dentro da pia, o vazo de flores quebrado, a carta fora do baralho, o quarto desorganizado. Sou a do cabelo liso todo bagunçado, a estressada e ao mesmo tempo sossegada, o da blusa desabotoada, a certinha, a anti-social. Sou uma romântica ambulante, o surreal, o anormal. Sou aquele café amargo que você derramou em sua blusa preferida, a xícara em pedaços, o amor entre laços. Também sou conhecida como a garota das poesias salgadas, a estranha que vive andando pelas ruas com um fone de ouvido, aquela que dorme o dia inteiro num domingo sem se preocupar. Sou a realidade fantasiada para o carnaval fora de época, a blusa amarrotada. Sou o fim do mundo, mas também o pequeno começo. Sou a esquisita andarilha em tardes escuras, a do coração mudo, a despercebida, a que não se estressa em amar, sou aquela que deixa tudo como está."
"Sou as cinzas fora do cinzeiro, o copo d’água vazio dentro da pia, o vazo de flores quebrado, a carta fora do baralho, o quarto desorganizado. Sou a do cabelo liso todo bagunçado, a estressada e ao mesmo tempo sossegada, o da blusa desabotoada, a certinha, a anti-social. Sou uma romântica ambulante, o surreal, o anormal. Sou aquele café amargo que você derramou em sua blusa preferida, a xícara em pedaços, o amor entre laços. Também sou conhecida como a garota das poesias salgadas, a estranha que vive andando pelas ruas com um fone de ouvido, aquela que dorme o dia inteiro num domingo sem se preocupar. Sou a realidade fantasiada para o carnaval fora de época, a blusa amarrotada. Sou o fim do mundo, mas também o pequeno começo. Sou a esquisita andarilha em tardes escuras, a do coração mudo, a despercebida, a que não se estressa em amar, sou aquela que deixa tudo como está."







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